sexta-feira, 3 de setembro de 2010

ELEIÇÕES, momento importante para todos

ELEIÇÕES Estamos próximos de um momento importante na vida política do estado e do país, as eleições. Por isso, nunca é demais lembrar a importância do voto consciente. Eleger pessoas dignas, com certeza trará um futuro melhor para o estado e a nação, hoje palco de tantas injustiças e desrespeitos.

Em tempos de eleição, eleitor neles

Enquanto cresce a expectativa da população em torno do momento eleitoral, anda cada vez mais polêmica a cheia de acontecimentos estranhos a campanha eleitoral para Presidente da República, governador de Roraima, e Senador da Republica por Roriama. Faltam 30 dias até a eleição e ainda vão aparecer muitas historinhas dos sujas. Uma pena, isso não contribui em nada para o desenvolvimento econômico e social do País. O meu bom dia .

Semana da Pátria

O calendário acusa que chegou o mês de setembro, quando comemoramos a Semana da Pátria, preparação para a comemoração da Independência do Brasil no dia 7 de setembro. Nessa ocasião sempre lembro, de refletir sobre atos de Cidadania. Como posso esquecer minha infância? Na escola sempre tinha programação voltada para a Semana da Pátria. Os alunos conhecendo seus direitos e deveres, aprendendo a participar da vida política do país e a respeitar as pessoas, cantar o Hino Nacional e conhecendo os grandes personagens dessa história. Todas essas atitudes faziam com que nos tornássemos cidadãos de verdade, pessoas merecedoras de respeito. Que saudade das aulas de Educação Moral e Cívica...

quinta-feira, 12 de junho de 2008


VAMOS PARTIR DO PRINCIPIO, O QUE É NAMORAR?

É uma aula de psicologia ao longo da vida, é tentar conheçer o outro sem jamais conheçer de verdade. As pessoas emitem sinais externos que são os hábitos do dia a dia, esse nós passamos a conheçer e dizer eu sei o que ele ou ela quer, e do que gosta! Mas o intimo, apesar de toda a intimidade, nós não o conheçemos, o outro só nos mostra o interresante, o óbvio, o restante só sabemos quando temina um namoro ou um relacionamento mais profundo ,como o casamento.
Acho que colocamos nossas expectativas demasiadamente no outro, esperamos, queremos, tem que ser o nosso ideal, e muitas vezes, a maioria das vezes não é assim.
Namorar hoje, é ficar, fica aqui, fica ali, mas os homens já faziam e fazem isso a muito tempo! As mulheres é que agora só querem ficar.
O maior laço de dois namorados, é uma boa transa é um beijo gostoso,curtir as mesmas coisas , mas existe uma dimensão maior, o amor, esse não faz parte do namoro, ele perdeu-se com a evolução, na modernidade, na complexidade, na rotina do dia a dia. Mas não percamos a esperança, o amor aconteçe involuntário, e pode esta em algum percuso da vida nos esperando, sempre tem e terá alguém nos esperando para viver um grande amor, no dia dos namorados.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Namorar

Quero comentar um assunto que para muitos parece supérfluo, banal, como a paixão. Sou uma eterna apaixonada, mesmo sem namorado (no momento). Quando esse sentimento acontece na vida de da gente é uma coisa muito boa. Muitas coisas são capazes de fazer explodir uma grande paixão dentro de nós. Capaz de nos levar pelos ares. Até de acabar com a gente. Pode ser um simples jeito de sorrir ou de falar. Não é nem o jeito de te olhar, ou de não olhar, é algo que vai crescendo, toma conta de você. Invade tudo, seu pensamento, seu trabalho, sua vida.
A paixão nos faz ficar rente ao descontrole e plenos de adrenalina, adolescente, impreciso. Impossível dormir, comer, impossível respirar sem a voz, a lembrança a presença do outro. Foi o que alguém escreveu outro dia. Seria verdade? Quando estamos apaixonados não pensamos em mais nada se não no outro? Mas o certo mesmo é que as histórias de paixões têm uma duração relativamente curta. Durão somente o tempo de nos fazer felizes, ou quem sabe, infelizes.
Avassaladoras no início, desesperadoras no final. E nada é banal. Acredito que na vida podemos nos apaixonar muitas vezes e estar apaixonados significa continuar desejando o bem mesmo quando é necessário romper. Algumas vezes o rompimento pode ser um ato de profundo amor embora pareça que não. Como diz o poeta Luiz Fidélis: “estar perto não é o mesmo que estar junto”
Adriana Cruz

segunda-feira, 21 de abril de 2008

OVERDOSE DE NOTICIAS ISABELLA NARDONI




A mídia mantém a violência urbana em pauta, os telejornais estão encharcados de sangue, sangue de crianças, como o caso da menina Isabella Nardoni, em uma rotina trágica, nos pergunta será que a imprensa está sabendo esclarecer e cobrar com a finalidade de combater a violência, ou se todos estes holofotes têm uma única finalidade, que é sensacionalista.

O que fazer em função disso, a sociedade brasileira por um lado exige justiça, para que não caia na amnésia onde tudo distrai, e tira o foco do que tem que ser resolvido.

É preciso observar que outros tantos casos de violência, pautados na mídia já vieram esclarecidos, os criminosos desmascarados e punidos, neste caso da Isabella Nardoni, existe a dolorosa dúvida da qual não queremos acreditar que possa ter acontecido, isto vai de encontro a nossa humanidade, um pai seria capaz de extinguir a vida de um filho tão indefeso, é inaceitável.

A mídia tem se valido de todos os seus recursos, tira proveito sim, mas também questiona os profissionais envolvidos na investigação, questiona as situações que sobre os holofotes da imprensa deixaram passar a total incompetência no que diz respeito ao resguardo das provas do local do crime, não deveria ter permitido o acesso livre de familiares dos supostos assassino.

Como calar a voz da mídia, ela é um instrumento maléfico e benéfico para a sociedade.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Over Isabela


A banalização da morte da menina Isabela Nardoni, de cinco anos, que morreu no fim de março ao cair do sexto andar do prédio London na cidade de São Paulo onde passava o fim de semana com o pai e a madrasta continua sem solução, porém mobilizando e comovendo toda a população. O fato torna-se mais polêmico e explorado pela mídia por ser o pai, Alexandre Nardoni e a madrasta Ana Carolina Jatobá os principais suspeitos.
Não bastasse o sofrimento que passa família e população que clamam por justiça, a imprensa não sai da cena do crime. E o ato monstruoso que continua sem autor, vai sendo cada vez mais estampado em revistas e jornais, transmitida diariamente em todos os telejornais, entrevistas com especialistas levam o assunto a exaustão. A banalização da morte de uma inocente é tratada de forma a transformar um ato covarde e preocupante em mais um simples destaque na mídia. Lamentável. Os jornalista devia dar destaque a outros assuntos como o da CPI dos cartões, da Pedofilia, o aumento dos salários dos deputados federais e outras mas, que passam despercebidas por páginas de jornais e deixar a policia trabalhar e o espírito da menina descansar.