“Mulher boa é minha mãe, gostosa é minha vizinha, pense numa mulher galinha todos querem lhe traçar...”.
(Música: Mulher boa - Forró Sacode)
O refrão acima é a triste expressão da força da mediocridade no forró brasileiro.
Frases repetitivas e afirmações de baixo teor que vão contra os princípios de respeito para com a sociedade, mostram que o forró regrediu, se fazendo mero jingle de propaganda com o objetivo de fazer as pessoas decorarem tais frases que empobrecem seus vocabulários e ferem a dignidade da mulher, também estimulando o ser humano ao consumo demasiado de bebida alcoólica , ao consumismo, ao liberalismo e a libertinagem, levando assim o ser integral há um desequilíbrio constante, e a viver a margem da sociedade como nos seguintes trechos de uma musica de forró que diz:
“Meu pai paga minha faculdade, eu não quero ser doutor...”
“Eu sou chamado como o rei da putaria...”.
Duplo sentido e depreciações à imagem feminina, são disfarçados em elogios vãos que mantém a sociedade amarrada à discriminação contra a mulher, fazendo com que ainda hoje no século 21, as mulheres tenham menos direitos que os homens, problema que vem sendo arrastado desde os tempos mais remotos e absurdamente até os dias de hoje.
È necessário que valores de real serventia sejam rebuscados e que as pessoas aprendam a apreciar o som dos concertos clássicos e policiem-se a ouvir músicas com letras decentes que as enriqueçam a psique, colaborando com a sua evolução.
Se levarmos em consideração os resultados de pesquisa de física quântica, que nos informa que as ondas sonoras podem modificar a estrutura molecular da água, e que ao ser congelada se fotografada ao microscópio da a possibilidade de vermos as moléculas da água transformadas em forma de cristas após uma sonorização clássica e de moléculas de água submetidas a uma sonorização de musicas pesadas, sem harmonia, e depreciativas que ao contrario das outras ficam desestruturadas, tremidas e desorganizadas em sua forma. Considerando que nosso corpo é composto em 70% por água, compreende-se então que se a água adoece com a música ruim, “70% do nosso corpo” fica em desequilíbrio por causa destas músicas, nos tornando ainda mais passiveis a doenças.
Romário Guimarães de Sá- Acadêmico de jornalismo- FAA-RR